"(...) Têm por isso razão aqueles que alertam para as consequências dissolventes da aplicação de políticas de austeridade radicais e geradoras de significativas frustrações no plano social. Uma sociedade democrática tem sempre por horizonte o princípio da igualdade, e tende por isso mesmo a fenecer quando este é violentamente ofendido, como é o caso presente. Na verdade, a sacralização dos mecanismos de mercado, operada hoje a um nível mundial, não poderá deixar de ter como consequência a destruição de tudo o que remotamente possa ser entendido como comunidade, sociedade ou mero grupo. (...)"
Francisco Assis, in Público
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17.10.13
13.5.13
Deamblogações matinais
O regresso aos mercados foi bom, "bonito" (!) até nas palavras de Gaspar, mas o que importa saber é se isso de alguma forma se nota no dia-a-dia dos portugueses. E a resposta é, inevitavelmente, que não. Não se nota. Para os portugueses, voltar ou não voltar aos mercados e contrair dívida a 10 anos a 5 e tal por cento é absolutamente irrelevante. Absolutamente irrelevante.
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