Mostrar mensagens com a etiqueta Coreia do Norte. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Coreia do Norte. Mostrar todas as mensagens

6.1.16

Deamblogações matinais


Se a Coreia do Norte tem ou não a bomba-H ainda não se sabe. Que tem bombas de destruição massiva não haverá muitas dúvidas. O perigo é imenso. Mas não é bem disso que queria falar.
Queria falar do aspecto patético dos militares norte-coreanos. Aquelas fardas e, sobretudo, aqueles chapéus são de um ridículo atroz. Uns parecem autênticas travessas (das grandes), fazendo lembrar os chapéus dos militares russos, outros são meras bóinas mas com a particularidade de terem uns desníveis cuja função não se entende e outras ainda são curtas, demasiado curtas ao que parece para as cabeças dos seus utilizadores, e têm pintadas riscas e outros motivos. Aquilo impõe respeito a alguém?...
À frente de tudo isto está o tipo com ar de porco-de-engorda, que parece divertir-se tanto com os ensaios nucleares como o Matthew Broderick a jogar à guerra virtual no WarGames de 1983.
Enfim, este mundo está louco, vai tornar-se ainda mais louco e resta-nos a nós, que apesar de tudo mantemos alguma sanidade mental, procurarmos aconchego nas estrelas que ainda brilham.

11.3.13

Deamblogações vespertinas

Sempre tive curiosidade para saber como funcionam os telefones vermelhos que ligam os países, não sei se todos, mas pelo menos alguns. Como é que são ligados, como e quando é que tocam, quem atende, o que se diz, quem faz as chamadas, etc. Acho fascinante.
A Coreia do Norte tornou público ter cortado o telefone vermelho que a ligava ao Sul, de onde, segundo se diz, veio uma chamada diária desde há quarenta e tal anos. O que é que a Coreia do Sul tinha para dizer aos seus vizinhos do Norte todos os dias durante quarenta anos? Quem falava e em nome de quem? A quem era dito o que havia para dizer? Isso ficava gravado? Se sim, para quê? Enfim, estas são apenas algumas perguntas que teria curiosidade em ver respondidas.
Finalmente, quem cortou a linha? E como? Estou a imaginar um tipo com ar de electricista e com um alicate na mão a fazê-lo, como se faz lá em casa ou no escritório, em que o Sr. não-sei-quantas aparece de ferramentas no bolso do fato-macaco para mudar lâmpadas e arranjar tomadas.
O mundo dos telefones vermelhos fascina-me.