13.2.12

Perplexidades vespertinas


Estou perplexo como há muito não ficava. Não tenho bem palavras para descrever o que sinto com a notícia do despedimento do Domingos do Sporting. Esta Direcção mostrou com esta atitude que não privilegia o Sporting: se a saída foi acordada era isso mesmo que deveria ter vindo a público, assim evitando o ónus à Direcção de assumir o odioso perante os adeptos (que, indiscutivelmente, se virarão contra ela); se de facto despediu o treinador, é evidente que fez mal porque não se constrói um projecto passados 7 meses e 19 jogadores. Qualquer das duas opções demonstra irreflexão e lesão séria dos interesses do clube. Em terceiro, e como se já não bastasse, a vinda do Sá Pinto é de um populismo atroz. Como tem as claques na mão e é tido como grande sportinguista, tenta-se calar os adeptos, comprando-os com a opção. A mim não me compram, até porque se tive algum apreço pelo jogador, não tenho nenhum pela pessoa e pela forma desabrida e irreflectida como actua nas mais diversas situações.
Como se diz em linguagem futebolística, Domingos és grande.
Como eu sei que vou sofrer tanto por te ver sentado no banco dos visitantes a treinar o fcp...