24.10.12

Deamblogações matinais

 


 Em que medida a minha verdade é a tua verdade? Em que medida a minha verdade não é verdade alguma no sentido objectivo e universal, mas sim uma convicção plena, profunda e inabalável que faz com que, para mim, seja sinónimo de verdade? Será que é legítimo pensar que isso deva ter um peso determinante para ti e para a tua vida? Ou, embora inconsciente, será isso mera arrogância minha? Que valor tem alguém acreditar pia e verdadeiramente que o que pensa e sente é verdadeiro e genuíno e que nada nem ninguém poderá jamais alterá-lo?