Por muito que não queiramos acreditar, estamos em guerra. E há já alguns anos. Relativamente ao que está a acontecer pelo mundo fora neste preciso momento, com alguns dos principais aeroportos a fecharem portas como medida de segurança, até pode não suceder nada, pode não rebentar avião nenhum, não morrer ninguém e serem detidos não sei quantos suspeitos. Nada disso interessa. O pânico que a situação já gerou e certamente gerará é suficiente e, em parte, significa o atingir de parte do efeito pretendido.
Estamos em guerra, é bom que nos habiuemos. Não tenho experiência de situação idêntica, pelo que não sei como é viver em estado de alerta permanente, mas deve causar enorme desgaste, sobretudo, psicológico. Veremos os efeitos destes acontecimentos.